07 novembro, 2010

Descobri muitas coisas hoje. A principal delas, é que eu nunca devo dizer “nunca” e nunca dizer “pra sempre”. Nunca dizer nunca, porque o mundo gira, as coisas mudam e a gente sempre acaba pagando a língua. E nunca dizer pra sempre, porque, simplesmente, o pra sempre não existe. Eu já disse que uma amizade seria pra sempre, no entanto, essa amizade se transformou em ódio, e do ódio a mágoa, e da mágoa… talvez pena. Eu também já fiz juras em vão para um certo alguém. Já jurei pra mim mesma que seria pra sempre. O nosso pra sempre durou pouco (in)felizmente, e ele destruiu meu coração. Sangrei, chorei, mas hoje me recupero. E passo muito bem, obrigado. Também descobri, olha só, que eu sou uma pessoa feliz! E se não sou, posso ser. Hoje, eu não tenho namorado, não sei se tenho amigos de verdade, tenho uma família que eu amo, mas eu sei, hoje eu sei, que a minha felicidade não depende dessas pessoas. Nem de um (possível) namorado, nem de amigos, nem mesmo da minha família. A minha felicidade depende de mim. E só de mim. Hoje largo a vida de criança, largo os medos, largo tanta cobrança de mim mesma. Aprendo (aos poucos), a me amar e a confiar em mim mesma. Antes eu vivia com expectativas de amores, de amigos, de família. Vivia com o objetivo de ser a melhor, não decepcionar nunca. Hoje, nem me preocupo, deixo rolar, usando mais o coração do que a mente, com um único objetivo: o de ser feliz.

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